Tempestade solar de grandes proporções ruma para a Terra

 

 

No meio da temporada de tempestades solares mais intensa desde setembro de 2005,os cientistas afirmaram nesta segunda-feira que outra labareda do astro enviará radiações à Terra até a próxima quarta-feira e pode afetar satélites. A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no domingo às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até na quarta-feira.

O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol na quinta-feira, 19 de janeiro, segundo os astrônomos. A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra.

"Devido a este fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética", ressaltou um comunicado da NOAA. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou.

Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira. O problema principal desta radiação é a interferência com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br

Site de compras Mercado Livre.com deve reembolsar internauta de Joinville

O site de compras Mercado Livre.com terá que reembolsar um homem que colocou produtos à venda no portal. A Justiça de Joinville determinou o pagamento do de valor R$ 8,4 mil.

Abdel Karim Gomes Jebai usou os serviços do Mercado Livre para vender dois notebooks. Ele não recebeu os valores da venda e o site ainda cobrou comissão pela transação feita em 2005.

Abdel afirmou que fez o cadastro no portal e preencheu todos os procedimentos exigidos para a utilização dos serviços. Cerca de duas semanas depois, ainda não havia recebido. Mesmo após contatos posteriores, não conseguiu o pagamento.

Após a sentença da comarca de Joinville, o Mercado Livre.com recorreu ao Tribunal de Justiça e alegou ilegitimidade na negociação feita por Abdel. Porém, o desembargador Stanley da Silva Braga, relator da matéria, entendeu que ficou caracterizada a relação de consumo, por ser oferecido espaço para a comercialização e cobrada comissão de intermediação. Por isso, manteve a sentença.

— Abdel agiu de boa-fé, realizando seu cadastro no site para vender seus produtos. Ademais, não havia como ele saber que o site não era seguro e que poderia ser vítima de fraudes, uma vez que a empresa informa em seu próprio site a maior segurança na concretização do negócio — concluiu o relator, em nota divulgada no site do TJ.

DIÁRIO CATARINENSE

Como escolher um smartphone

 

Escolher um smartphone não é tarefa fácil. A primeira dificuldade está na grande quantidade de modelos disponíveis no mercado. Para fazer a escolha certa entre tantas opções, é necessário avaliar itens como tela, sistema e conectividade, entre outras características.

Para facilitar essa tarefa, o iG preparou um guia com os itens mais importantes para escolher um smartphone. Confira. 

Preço

Os smartphones mais baratos costumam ter preços na casa dos R$ 500. Esses modelos costumam ser suficientes para usar redes sociais e navegar na web, mas “engasgam” em aplicações mais pesadas. Alguns smartphones básicos encontrado no mercado são o Sony Ericsson Xperia X8, o Nokia C3, o LG Optimus Me e o Motorola Spice.

Conforme sobe o preço, aumentam também os recursos e, principalmente, diferenças na memória, processador e câmera. Os smartphones mais sofisticados (e caros) costumam ter preços entre entre R$ 1.500 e R$ 2.000.

É nessa faixa que estão o iPhone 4, o Motorola Milestone 3, o Samsung Galaxy S II, o LG Optimus 3D, o Sony Ericsson Xperia Play e oNokia N9.Conforme sobe o preço, aumentam também os recursos e, principalmente, diferenças na memória, processador e câmera. Os smartphones mais sofisticados (e caros) costumam ter preços entre entre R$ 1.500 e R$ 2.000.

Tela

Em smartphones com tela sensível ao toque, uma informação importante é saber se a tela é resistiva ou capacitiva.

As telas resistivas não respondem tão bem aos movimentos dos dedos quanto as capacitivas e muitas vezes exigem que se use a velha canetinha do tempo dos palmtops para navegar. Atualmente, a maioria dos modelos tem tela capacitiva, mas alguns smartphones mais baratos ainda vêm com telas resistivas.

O tamanho da tela costuma variar entre 2,5 polegadas para smartphones mais básicos até 4,7 polegadas em modelos mais avançados. O iPhone 4S, da Apple, tem tela de 3,5 polegadas.

Conectividade

Conexões Wi-Fi e 3G são obrigatórias em qualquer smartphone. A conexão 3G permite navegar em alta velocidade nas redes de dados das operadoras de telefonia. Já o Wi-Fi é útil para navegar na internet em áreas com redes sem fio e poupar dados da franquia 3G.

Outra conexão obrigatória, o Bluetooth é útil principalmente para trocar dados de agenda e transferir fotos e músicas para PCs e notebooks. Esse padrão também permite usar o smartphone com fones de ouvido sem fio.

Alguns smartphones sofisticados já estão saindo de fábrica com conexão 4G. Mas esse recurso é inútil no Brasil, já que não há data para que o 4G seja implementado no País, nem se sabe qual padrão de comunicação será usado.

Mas, como no caso do 4G, é inútil no Brasil, já que não há previsão de nenhum sistema de pagamentos com essa tecnologia por aqui. Nos Estados Unidos, o Google lançou recentemente um dos primeiros sistemas de pagamento por meio de NFC, o Google Wallet.Outra tecnologia de comunicação que começa a aparecer em aparelhos sofisticados é o NFC (Near Field Communication). Ela é usada principalmente para usar o celular fazer pagamentos em lojas e supermercados.

Memória

Para usar o aparelho com relativo conforto (baixando alguns aplicativos e guardando algumas músicas), um valor mínimo de 2 GB é o desejável. Para se ter uma ideia, 1 GB é o suficiente para guardar cerca de 300 músicas em formato MP3.

Smartphones mais sofisticados costumam vir com 8 GB ou mais de memória interna. Já modelos mais básicos podem vir com 200 MB ou até menos. Essa limitação pode ser contornada com um cartão de memória microSD. Esse cartão permite expandir a memória do aparelho para até 32 GB.

Por isso, se optar por um aparelho mais simples, certifique-se de que ele tem entrada para cartão microSD. Esses cartões costumam ser baratos (um cartão de 8 GB custa em média R$ 50) e, em alguns casos, já vêm incluídos no aparelho.

Câmera

Muitos usuários se deixam impressionar pela quantidade de megapixels das câmeras. Mas qualquer valor acima de 3 megapixels já é o suficiente para imprimir fotos em tamanho padrão (10 x 15 centímetros) com qualidade razoável. Se a intenção for só publicar na web, mesmo modelos de 2 megapixels dão conta do recado.

Por isso, ao avaliar a câmera de smartphones, é importante prestar atenção a outros detalhes. A presença de flash é um fator importante. Alguns aparelhos trazem flash de xenônio, semelhantes aos usados em câmeras. Outros trazem flash de LED. Esse tipo de flash quebra o galho, mas não traz resultados iguais ao flash de xenônio. Alguns smartphones trazem ainda recursos como reconhecimento de face, estabilizador de imagens e redutor de olhos vermelhos. 

Além disso, vale ressaltar que a qualidade das fotos tiradas com smartphone costuma ser inferior a de câmeras com o mesmo número de megapixels. Fatores como qualidade dos componentes (lente, sensores e outros), presença de zoom óptico e maior velocidade costumam pesar a favor das câmeras digitais.

Processador

Aqui a escolha é fácil. Quanto mais rápido, melhor. O smartphone Samsung Galaxy II, um dos mais poderosos atualmente no mercado, tem chip de 1,2 GHz e dois núcleos. Já o iPhone 4S conta com chip A5 de 1 GHz e dois núcleos.

Processadores de dois núcleos têm desempenho superior aos modelos com um só núcleo e mesma velocidade. Mas essa diferença é mais perceptível quando há vários aplicativos abertos ou quando são usados aplicativos “pesados”, como games sofisticados. 

O processador influi, basicamente, na velocidade com que o aparelho executa os programas. Mas vale ressaltar que o processador não é o único item que afeta a velocidade de um smartphone. O sistema operacional também é fator importante. O iPhone 4, por exemplo, usa um processador de um só núcleo e é considerado um aparelho rápido. 

Teclado

A escolha aqui depende muito de preferências individuais. Algumas pessoas se sentem à vontade com digitação em telas sensíveis toque. Nesse caso, o conforto depende basicamente do tamanho e da qualidade da tela.

Já os aparelhos da linha BlackBerry, da RIM, são conhecidos pela qualidade de seus teclados físicos.Outros usuários, porém, preferem a sensação física de apertar botões. Alguns celulares, como o Nokia E7 e o Motorola Milestone 3, oferecem tanto teclados físicos quanto virtuais.

De modo geral, o teclado físico é mais importante para quem manda muitas mensagens SMS ou em redes sociais e e-mails.

Mas se você vai usar o smartphone para navegar na web ou ver vídeos, um modelo com tela maior sensível ao toque pode ser mais interessante.

Como já mencionando, alguns aparelhos, como o Milestone 3, oferecem tanto tela grande e sensível ao toque como teclado físico. 

Sistema operacional

Esse item é um dos que mais confundem o usuário na hora da escolha. Há cinco sistemas operacionais com presença significativa no mercado: iOS, Android, Windows Phone, Symbian e BlackBerry OS. Há ainda smartphones que possuem sistemas próprios, alguns deles baseados em Linux, como o MeeGo.

iOS – é o sistema operacional do iPhone. Estável e intuitivo,destaca-se pela excelente interface e pela variedade de aplicativos (mais de 500 mil). Um ponto negativo é que só é possível instalar aplicativos aprovados pela Apple. Essa restrição pode ser driblada com o processo de jailbreak, mas isso invalida a garantia do produto. 

 

Android – sistema criado pelo Google e presente em aparelhos de vários fabricantes, é o líder global entre smartphones. Entre os destaques do sistema estão boa integração com serviços do Google, como o Gmail, e a possibilidade de instalar aplicativos a partir de várias fontes, e não apenas da loja oficial. Um ponto fraco do sistema é a fragmentação.

Atualmente, existem no mercado aparelhos mais antigos, com as versões 1.5 e 1.6, e mais novos, com versões 2.0, 2.1, 2.2 e 2,3. O Galaxy Nexus, primeiro aparelho com a versão 4.0, chega em novembro a algums mercados. Além da diferença de versões, os fabricantes costumam acrescentar recursos próprios a seus aparelhos. O resultado é que nem todos os aplicativos funcionam da mesma forma. Outra desvantagem é que o Android é o principal alvo de vírus para smartphones.

BlackBerry OS – É o sistema dos smartphones BlackBerry. Tem boa interface e se destaca principalmente quando o assunto é e-mail. O BlackBerry OS conversa bem com o Exchange, sistema de e-mail da Microsoft muito usado em empresas. A nova versão do sistema, o BlackBerry OS 7, é mais próximo do iOS e Android em recursos e visual, mas não tem a variedade de aplicativos de seus concorrentes.

Symbian – Sistema mais popular em smartphones até recentemente, o Symbian, usado em celulares da Nokia, vem perdendo espaço para o Android. Ainda é um sistema muito popular no Brasil e está presente em smartphones como o X6 e o E7. Mas, a médio e longo prazo, deve aparecer apenas em aparelhos básicos e intermediários. Para aparelhos sofisticados, a Nokia aposta no Windows Phone.

Windows Phone – Lançado no fim do ano passado nos Estados Unidos, o novo sistema da Microsoft veio para substituir o Windows Mobile. Analistas consideram o sistema um rival de peso para iPhone e Android, em termos de recursos e facilidade de uso. Mas as vendas até agora foram fracas.

Essa situação, porém, pode mudar no ano que vem. O principal motivo é a parceria com a Nokia. A empresa finlandesa vai adotar o Windows Phone como sistema padrão em todos os seus smartphones mais sofisticados.

Os primeiros aparelhos da Nokia com Windows Phone chegam ao Brasil no início do ano que vem. Outro motivo para o otimismo do mercado em relação ao Windows Phone é a versão 7.5 (Mango), lançada há cerca de dois meses. Ela corrigiu falhas e deixou a plataforma em nível similar ao iPhone e ao Android.

Fonte: www.ig.com.br

Livro diz que Google controla silenciosamente a internet

 

O que palavras aparentemente desconexas como Disney, cachorro e amendoim têm em comum?

Para a maioria das pessoas, elas não revelam muito, mas, se digitadas no Google, apontam que a interessada nos temas é possivelmente uma mulher, mãe de filhos pequenos e que sofre de alergias específicas.

Pode ser ainda que, a partir da identificação de seu perfil, a internauta veja mais propagandas de produtos infantis, indicações imobiliárias e, dali a alguns anos, até sugestões de escolas para adolescentes.

Não se trata de pura adivinhação, mas da era em que informações aparentemente simples viram material precioso para previsões de comportamentos.

É o que relata Siva Vaidhyanathan, professor da Universidade da Virgínia em "A Googlelização de Tudo".

Mestre em criar conexões invisíveis baseadas nos interesses dos usuários pesquisados na ferramenta de busca, o Google é, na visão do professor, a principal ameaça à privacidade de dados pessoais nos dias de hoje.

Isso porque não esclarece que tudo o que se coloca na rede pode ser monitorado por seus sistemas de identificação de navegação (os chamados cookies) nem informa com precisão como os usuários podem configurar seus critérios de busca para proteger suas informações.

A lógica perversa do Google, na avaliação de Vaidhyanathan, está ainda em transmitir ao mundo que o acesso a seus serviços é gratuito, enquanto o verdadeiro custo está na troca por detalhes da personalidade de cada um.

São essas informações que renderão lucro à empresa, com a venda de anúncios direcionados a perfis específicos de usuários.

Dividida em seis capítulos, a primeira parte da narrativa se concentra em mostrar o triunfo da aceitação da "googlelização" -presença cada vez mais frequente do buscador em diversas áreas do conhecimento.

Indica ainda a criação de uma geração superficial, que aceita ver o mundo por meio dos resultados de buscas no Google em detrimento de conhecimentos profundos.

Desliza, no entanto, ao considerar o buscador como o principal vilão da internet, reduzindo a importância de outras ferramentas concorrentes e das redes sociais, que hoje podem ser a maneira mais avançada para acumular informações sobre os internautas.

Na segunda parte do livro, o autor apresenta elementos políticos, filosóficos e até psicológicos pelos quais tenta provar necessária a reação dos internautas às forças dominantes na rede.

O livro é para quem quer conhecer os bastidores dessa potência da internet mundial, mas não traz provas concretas -além do relato do autor- sobre se o Google é bom, mau ou se é apenas esperto ao aproveitar o espírito de "compartilhamento" dos internautas na rede.

É o início da análise sobre a dinâmica do controle da informação virtual, mas está longe de ser uma resposta definitiva para a questão.

A GOOGLELIZAÇÃO DE TUDO
Autor Siva Vaidhyanathan
Editora Cultrix
Quanto R$ 35,91 (272 págs.)
Tradução Jeferson Luiz Camargo
Avaliação Regular

 

Fonte: www.folha.com.br

Serviço de internet terá que garantir 60% de velocidade em 2012

O Conselho da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou nesta quinta-feira o regulamento de gestão da qualidade da banda larga fixa e da móvel, que determina metas de qualidade para esses serviços.

As empresas terão que garantir, por exemplo, uma velocidade média das conexões de banda larga de 60% do que é contratado pelo cliente, a partir de novembro de 2012. A meta será de 70% no ano seguinte, e 80% um ano depois. Os índices valem para banda larga fixa e móvel.

Haverá meta de conexão mínima instantânea de 20%, respeitando o mesmo prazo um ano para adaptação das empresas, depois de 30% e depois de 40%.

As empresas de banda larga fixa deverão oferecer o serviço em 99% do tempo, todo mês. No caso da banda larga móvel, as tentativas de conexão devem ser estabelecidas em 98% das vezes.

As empresas terão de fornecer e instalar softwares de medição de velocidade no computador de cada cliente e a distribuir cartilhas com as novas regras. A taxa de queda do acesso a banda larga móvel deve ser inferior a 5%, por mês.

O número de reclamação das empresas em relação aos clientes não deverá passar os 6%, nos primeiros 12 primeiros meses, 4% no ano seguinte, e 2% um ano depois.

Na central telefônica, para ser atendido por um atendente, depois de selecionar a opção, o usuário não pode esperar mais que 20 segundos. Os pedidos de reparo devem ser atendidos em até 24 horas.

Será montado um comitê gestor que irá fazer as medições, das 10h às 22h.

 

Fonte: www.folha.com.br 

 

Clique na imagem teste a sua internet – Ferramenta oficial da ANATEL

 

Sistema de TV analógico sai do ar em 2016, confirma o governo

Mesmo sem uma completa cobertura do território nacional pela TV digital, o ministro das comunicações Paulo Bernardo afirmou que o desligamento das transmissões analógicas continua marcado para 2016.

Para isso, o ministério espera tomar medidas que acelerem a migração das emissoras. Do lado dos consumidores, o ministro declarou que eventos como a Copa do Mundo vão incentivar a adoção de aparelhos compatíveis com o sistema digital.

Entre as medidas citadas estão créditos com o BNDES para a compra dos equipamentos necessários para a migração e a aceleração dos processos de licença das geradoras e retransmissoras.

Com relação ao GINGA, o sistema de interatividade do padrão brasileiro de TV digital, a previsão do ministério é que em 2012, 75% das TVs incluam o recurso e que em 2013 todas as TVs já sejam compatíveis com a interatividade.


Fonte: http://www.superdownloads.com.br/materias/sistema-de-tv-analogico-sai-do-ar-2016-confirma-governo.html#ixzz1axpo0Bbj

Apple recorre a tribunal japonês para banir vendas da linha Galaxy Samsung

 

A Apple quer proibir as vendas de alguns dos aparelhos da Samsung no Japão, acusando a rival de violar patentes relativas ao iPhone e ao iPad, na mais recente batalha da guerra de patentes entre as duas companhias.

A Apple abriu um processo no tribunal distrital de Tóquio solicitando a suspensão das vendas dos celulares inteligentes Galaxy S e S II e do tablet Galaxy Tab 7 no Japão, de acordo com fontes com conhecimento da situação. A primeira audiência ocorreu na quarta-feira (7), de acordo com uma dessas fontes.

A Samsung está envolvida desde abril em uma disputa com a Apple quanto a patentes de tablets e smartphones. Os aparelhos da linha Galaxy são vistos como os principais rivais dos dispositivos móveis da Apple, que conquistaram imenso sucesso.

 

Em uma batalha mundial de propriedade intelectual, a Apple anunciou que a linha Galaxy de celulares inteligentes e tablets copiava "descaradamente" o iPhone e o iPad, e abriu processos contra o grupo sul-coreano nos Estados Unidos, na Austrália, na Coreia do Sul e na Europa.

A Samsung, cujos tablets usam o sistema operacional Android, do Google, também abriu processos contra a Apple.

A Samsung abriu processo contra a Apple no Japão em abril, e a Apple reagiu com processo contra a rival em 23 de agosto, segundo a Samsung. A Apple solicitou indenização de 100 milhões de ienes (US$ 1,3 milhão), além da proibição de vendas, de acordo com a agência de notícias Kyodo, a primeira a divulgar o caso.

O Samsung Galaxy S vendeu mais que o iPhone no Japão entre janeiro e março, de acordo com o grupo de pesquisa de mercado Strategy Analytics.

Um porta-voz do tribunal distrital de Tóquio disse que não está autorizado a comentar processos em andamento.

No mês passado, a Samsung anunciou que adiaria o lançamento de novos modelos Galaxy na Austrália para depois de uma decisão judicial aguardada para o final de setembro. Na semana passada, um tribunal alemão proibiu a venda do Galaxy Tab 7.7.

Na quinta-feira, a NTT Docomo, maior operadora japonesa de telefonia móvel, lançou o Samsung Galaxy Tab 10.1 em sua rede LTE de alta velocidade.

"A Samsung nos informou e tudo está bem", disse Ryuji Yamada, presidente da NTT Docomo, a jornalistas, durante o lançamento, quando perguntado sobre a disputa. "Não acreditamos que isso prejudique nossas vendas, a essa altura".

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/

Foto: Jo Yong-Hak – 10.ago.11/Reuters

Fabricado no Brasil, Xbox 360 passa a custar R$ 699 a partir deste mês

A Incomp, distribuidora oficial do Xbox 360 no Brasil, confirmou boatos que correm há algum tempo pela internet: o Xbox 360 passará a custar R$ 699 no Brasil, em seu modelo mais simples, o de memória interna de 4GB. A versão com HD de 250GB, por sua vez, cai para R$ 999. Antes, os pacotes custavam R$ 1.299 e R$ 1.599, respectivamente.

A redução de preço se deve ao fato de o videogame passar a ser fabricado aqui no Brasil. A Microsoft ainda não comenta o assunto oficialmente, nem dá detalhes, como quem é a fábrica responsável pela produção do console.

Outra novidade é a chegada do pacote contendo o console em sua versão com 250GB de capacidade de armazenamento e o sensor de movimentos Kinect. Este pacote é oferecido ao público brasileiro por R$ 1.299.

Segundo Andréia Andrade, vendedora da Incomp, os preços passam a valer a partir deste mês de setembro, mas não soube dizer em que dia exatamente.

Para efeito de comparação, o PlayStation 3 é vendido atualmente no país por R$ 1.399, em versão com disco rígido de 160GB, enquanto o PlayStation 2 sai por R$ 699. Por sua vez, o Wii, da Nintendo, é vendido por cerca de R$ 800 no país.

PREÇOS DO X360 NO BRASIL

  ANTES FABRICADO NO BRASIL
4GB R$ 1.299 R$ 699
250GB R$ 1.599 R$ 999
4GB+Kinect - R$ 999
250GB+Kinect - R$ 1.299

Ações no Brasil

A diminuição de preço do Xbox 360 não é a única novidade da Microsoft para o Brasil. Em agosto, vários jogos tiveram seus valores reduzidos, casos de "Gears of War" e "Gears of War 2", que custam R$ 69 e R$ 79, respectivamente.

Por falar em "Gears of War", o terceiro episódio da série, que tem lançamento marcado para 20 de setembro, também chega ao nosso país com preço diferenciado: R$ 129.

Fonte: http://jogos.uol.com.br

Anatel aprova regras de qualidade para banda larga

 

Os fornecedores de internet banda larga que tenham mais de 50 mil clientes terão de entregar aos usuários pelo menos 60% da velocidade média contratada nos planos, segundo proposta de regulamento de qualidade para o serviço aprovada quinta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A regra, que ainda passará por consulta pública, também prevê a elevação da exigência para 70% em 12 meses, e para 80% após outro ano.

De acordo com o presidente da Anatel, Ronaldo Sardemberg, o regulamento estava previsto no decreto do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), e ainda pode sofrer ajustes até a aprovação final, após a consulta pública. Segundo ele, as normas de qualidade só atingem as 13 prestadoras com mais de 50 mil clientes no País, como um estímulo as 2.987 menores companhias que terão que alcançar naturalmente esses padrões para se consolidarem. "A proposta também prevê que o próprio usuário tenha oportunidade de efetuar a medição da velocidade por meio de um software gratuito que será fornecido pelas operadoras", acrescentou Sardemberg.

Além da velocidade média de no mínimo 60% do contratado nos planos de bandas larga, chegando a 80% daqui a dois anos, a proposta de regulamento de qualidade aprovada hoje pela Anatel prevê que o serviço não poderá ser interrompido por mais de 7 horas e 12 minutos por mês, no primeiro ano de vigência da norma. A proposta, que ainda irá a consulta pública, também estipula que essa tolerância caia para 3 horas e 36 minutos após 12 meses.

As regras que serão aplicadas às 13 empresas que detém mais de 50 mil usuários no País, impõem uma meta de ocupação de no máximo 80% das redes. Para se evitar um sobrecarga do tráfego de dados, as operadoras deverão ampliar suas redes em um prazo de até 30 dias, sempre que o uso das redes alcançarem 90% da capacidade.

Apesar da velocidade média mensal no início da vigência do regulamento ser de 60%, a chamada velocidade instantânea – que poderá ser medida pelo usuário via um software gratuito fornecido pela operadora – poderá ser de no mínimo 20% em até 95% das aferições. Nos anos seguintes, essa tolerância passará para 30% e 40%.

Além disso, as maiores operadoras de banda larga terão que manter serviços de atendimento por telefone a exemplo das empresas de telefonia, com prazos específicos para o atendimento das demandas dos usuários. O cumprimento das metas de qualidade, porém, só será cobrado pela Anatel a partir do nono mês após a entrada em vigor do regulamento.

Novas empresas

Para estimular a entrada de novas empresas no mercado brasileiro de banda larga, a proposta de regulamento de qualidade do serviço aprovada hoje pela Anatel reduz os preços cobrados pela autorização para que empresas menores entrem em operação.

Atualmente, a outorga custa R$ 9.000, independentemente do tamanho e do alcance das prestadoras. Pela proposta que ainda irá a consulta pública, o custo para operadoras municipais de banda larga cairá para apenas R$ 400, enquanto as operadoras estaduais terão que pagar R$ 1.200 pela licença. O preço atual continuará valendo para as empresas de atuação nacional.

Além disso, o número de documentos exigidos pela Anatel para a concessão de licenças também deve diminuir. A agência propõe o fim dos bloqueios aos pequenos provedores nas redes que pertençam às maiores companhias.

http://www.gazetadopovo.com.br

 

10 smartphones básicos e baratinhos para o seu paizão.

 

Ainda não chegou o dia em que os smartphones substituirão por completo os “feature phones”, ou celulares convencionais. Felizmente, há diversas opções no mercado, seja com Android ou não, que podem contentar os que desejam fazer algo mais com seu portátil.

Armados com GPS, Bluetooth, boas câmeras e aplicativos interessantes, os smartphones sempre foram sinônimo de alto investimento. Separamos 10 modelos que oferecem o necessário, mas não agridem muito os bolsos.

Clique nas imagens para ler o review completo


 Galaxy Ace – Nota 7,6

Armado com um processador de 800 MHz, o Galaxy Ace está distante dos smartphones top de linha, mas figura como um verdadeiro ás em sua vizinhança, entre os aparelhos de entrada. O principal atrativo do aparelho é a relação entre custo e benefício, já que por 800 reais ele traz recursos de sobra como câmera de qualidade, tela de 3,5 polegadas, DLNA com o Samsung All-Share e Android 2.2 (Froyo). Além do poder de fogo, o aparelho tem um visual sóbrio, mas ainda assim atraente, e pesa 113 gramas. De cara o Galaxy Ace apresenta dois pontos fracos: pouca memória interna e uma gravação de vídeo com qualidade desprezível.

 Xperia Mini Pro – Nota 7,6

Smartphone normalmente é sinônimo de configuração forte, bateria que dura pouco, sistema operacional inteligente, vários aplicaticos, teclado QWERTY e um aparelho grande. O Xperia X10 Mini Pro, da Sony Ericsson, apresenta todas essas características mas altera drasticamente uma delas, o tamanho. Com 8,3 por 5,0 por 1,6 centímetros, esse smartphone impressiona de tão compacto. Por 513 reais (preço médio em planos de 100 a 120 reais por mês), ele é equipado com Android 2.1 e traz todos os recursos necessários em uma tela de 2,6 polegadas.

 


 LG Optimus ME – Nota 7,5

A proliferação de smartphones com o sistema Android não acontece só entre os modelos caros. Aparelhos mais modestos com conexão por 3G e preços acessíveis também estão cada vez mais presentes nas lojas. O Optimus ME P350, da LG, é um representante dessa turma. Equipado com processador de 600 MHz e Android 2.2 (Froyo), possui um corpo no estilo compacto e com boa pegada. Para quem gosta de combinar o telefone com a roupa, o Optimus vem com três capas traseiras coloridas. O LCD de 2,8 polegadas incomoda mais pela qualidade do que pelo tamanho. A resolução é baixa e as letras aparecem serrilhadas em alguns aplicativos. O teclado virtual tem as teclas estreitas, mas é preciso, o que ajuda a usar o aplicativo ThinkFree Office, para editar arquivos do Office e manter cópias na nuvem. A oferta de atalhos para redes sociais e comunicadores é farta entre os aplicativos pré-instalados. Por 489 reais, o Optimus ME é um dos campeões do custo-benefício.

Desire A – Nota 7,3

Se tivesse chegado ao país no fim do ano passado, o Desire A seria uma ótima opção. Hoje é apenas boa. Sua configuração é razoável para o Android 2.1, mas não espere atualizações, pois o processador é lento para as versões mais novas do sistema. O trackpad óptico funciona bem e a interface HTC Sense torna o uso mais fácil. Seu tamanho é bom e o teclado virtual, mesmo com tamanho médio, não compromete. A integração com redes sociais é boa e é possível ver fotos que os amigos publicaram no Facebook direto no álbum principal. O Desire A é vendido (desbloqueado e sem planos associados) por 899 reais.

 

 Motorola Spice – Nota 7,2

O Spice XT300, da Motorola, é um bom smartphone básico para falar e se comunicar pela internet. Tem acabamento elegante e teclado físico Qwerty deslizante. As teclas de formato arredondado são práticas para quem manda muitas mensagens ou vive nas redes sociais. O aplicativo Flashback reúne torpedos e tuítes numa linha do tempo interativa, que facilita a consulta. Há também um player de música com bons recursos. Para vídeo, o Spice já não é tão bom. Sua tela tem baixa resolução, assim como o sensor da câmera. Além disso, com 1,7 centímetro de espessura, ele se torna incômodo quando é carregado no bolso. Por 460 reais, o Spice tem ainda algo a oferecer, mesmo com uma versão mais antiga do Android.


 Xperia X8 – Nota 7

Apostando no que poderíamos classificar como “smartphone de entrada”, a Sony Ericssontraz um novo integrante da família Xperia, o X8. Com tela de 3 polegadas, ele pode ser considerado o intermediário entre o X10 e X10 mini Pro. Mesmo com pouca memória RAM, o que gera lentidão em certos momentos, o desempenho nos testes do INFOlab não nos desapontou. Pelo preço de 649 reais (desbloqueado e sem subsídios) o X8 é uma ótima opção na relação custo/benefício, pois traz uma versão personalizada do Android 2.1 (Eclair), Wi-Fi, Bluetooth e GPS.

 

Nokia E5 – Nota 6,8

O E5, da Nokia, é uma opção para quem vai comprar o primeiro smartphone. Tem acesso fácil a redes sociais, Wi-Fi e câmera razoável. Mas não espere muito mais. A tela é pequena e falta a sensibilidade ao toque. Seu grande problema é o sistema Symbian OS, praticamente morto desde que Nokia e Microsoft anunciaram acordo para disputar esse mercado. Mas o teclado Qwerty é macio e a bateria dura. O E5 pode ser encontrado por 379 reais (média para planos de 100 a 130 minutos).

ZTE X850 – Nota 6,7

O X850, da ZTE, é o smartphone indicado para quem quer um Android sem ter de gastar muito. Ele pode até sair de graça, dependendo do plano adquirido da sua operadora. Entre os aplicativos já instalados no sistema, destaque para o visualizador de documentos do Office e para o sincronizador de e-mail do Outlook. O tocador de música é simples e peca pela qualidade dos altofalantes, que distorcem o áudio mesmo em volume baixo. A tela é o maior problema do aparelho: ela tem escassas precisão e sensibilidade ao toque. Com apenas 142 pontos por polegada, a baixa densidade de pixels do LCD prejudica ainda mais sua utilização. O X850, que custa 599 reais desbloqueado, possui Android 2.1 (Eclair).

 

Wave 723 – Nota 6,7

O Wave 723 é outra opção para quem quer trocar o celular por um smartphone. Um de seus atrativos é a tela sensível ao toque. O modelo é o segundo a passar pelo INFOlab com o sistema operacional Bada, mas a configuração testada agora é pior. Ele navega bem pelo Ggoogle Maps, inclusive com Street View. O uso de redes sociais é simples, graças a alguns aplicativos pré-instalados. Quem procura programas para baixar pode se frustrar, já que o Bada não tem opções muito variadas. A câmera do aparelho é fraca em ambientes internos. O aparelho sai por 699 reais.

Nokia X5 – Nota 6,2

O X5, da Nokia, aposta em um design quadrado aos moldes do Moto Cubo para chamar a atenção dos usuários. Com uma espremida tela de 2,36” (que não é sensível ao toque), esse aparelho de 599 reais é controlado pelo Symbian S60, que é um sistema relativamente simples e bastante funcional, mas que enfrenta uma escassez de aplicativos. Fora isso ele conta com o básico oferecido pela Nokia: um bom player de música e uma boa câmera, com 5 megapixels e flash de led.

 

Fonte: http://info.abril.com.br